É um documento emitido pelo banco após uma análise preliminar do teu perfil financeiro (rendimentos, despesas e estabilidade profissional). Basicamente, o banco diz: "Com base no que ganhas e deves, estamos dispostos a emprestar-te até X €".
Poder de Negociação: Mostra ao vendedor ou à imobiliária que és um comprador sério e que já tens o "sim" do banco. Isto pode ser o fator decisivo para o vendedor escolher a tua proposta em vez de outra.
Foco na Procura: Evita que percas tempo a ver casas de 300.000 € se o banco só te pré-aprovar 250.000 €.
Rapidez no CPCV: Como o banco já analisou os teus documentos pessoais, o processo de decisão final (após a peritagem) será muito mais rápido.
Entrega de Documentos: Tens de entregar ao banco os teus últimos recibos de vencimento, IRS, extratos bancários e o Mapa de Responsabilidades do Banco de Portugal.
Análise de Risco: O departamento de risco do banco avalia a tua taxa de esforço e estabilidade.
Emissão da Carta: Se estiver tudo bem, o banco emite a declaração com o valor máximo de financiamento.
0 € (Grátis): A maioria dos bancos não cobra pela análise inicial ou pela emissão desta carta.
A pré-aprovação não é eterna. Geralmente é válida por 30 a 90 dias. Se a tua situação financeira mudar (ex: mudares de emprego ou pedires um crédito para um carro), a pré-aprovação perde a validade.
A pré-aprovação foca-se em ti (comprador). O crédito final só é aprovado depois de o banco analisar também o imóvel (através da peritagem bancária). Se a casa tiver problemas legais ou uma avaliação baixa, o banco pode recuar mesmo tendo-te dado a pré-aprovação.